Hoje, além de outras coisas que me fizeram doer a cabeça, estive de volta de um mp3 com pouco mais de treze minutos que continha o som de uma serie japonesa. A ideia era preencher uma folha, frente e verso, com as falas que entendemos, ou não, do dito ficheiro. Só duas horas depois é que cheguei ao fim da folha, com a certeza de que tenho bem mais de metade das falas erradas. O japonês falado é totalmente diferente do japonês que se aprende na segurança da escolinha ~ aiai ~
Sunday, 25 April 2010
Friday, 23 April 2010
yakiniko

Thursday, 22 April 2010
雨! (chuva)
Tuesday, 20 April 2010
Pausa
Sunday, 18 April 2010
I'm alive report
As fotos são de ontem, fui a Osaka ver as ditas sakuras mais raras e tardias. O vendedor da segunda estava a verder, entre outras cosias, língua de boi que estava surpreendentemente boa :)
Saturday, 10 April 2010
O hoje prolongado
Por outro lado as aulas começaram. Além do seguimento, muito mais difícil, complicado e com um professor on-crack do curso intensivo das manhãs no primeiro semestre, meti-me - e ainda não percebi porque - em aulas da tarde, com professores novos, manias e, mais importantemente, matéria e pessoas novas. E, embora haja aulas em inglês que se adivinham fantásticas, as aulas suplementares cheiram-me a dificuldades tramadas. Além disso, claro, há as normais arrumações que parecem infinitas, a loiça, a roupa, a limpeza, e tudo o mais. Finalmente, claro, o tempo aquece e o que será o Verão apresenta-se por entre as caídas pétalas: há insectos no ar, há lagartos, aranhas e sons que seriam de outros mundos se não fosse o hábito e a capacidade de adaptação.
Alas, indeed in my wonderland ... maybe!
PS: fotos do dia de hoje em Kyoto ~ há muitas mais, mas não há tempo para fazer um selecção a sério ~ uff
Monday, 5 April 2010
Kendo
O homem no centro da foto, por baixo da bandeira do Japão era o maior! Pela cara enrugada, devia ter uns cinquenta ou sessenta anos, e, pelo que observava, era o sensei dos mais avançados, visto que o pessoal que lutava contra ele devia ter uns trinta ou quarenta anos. Eu não percebia nada e duvido que isso tenha a haver com o facto de não saber as regras. Umas das coisas engraçadas era que, de vez em quando os alunos faziam, três vezes seguidas, uma investida que terminava com uma pancada fortíssima da espada na cabeça do homem - não me atrevo a chamar-lhe velhote - que não ripostava e que, no fim, mandava um grito daqueles que projecta uma aura que não se vê todos os dias.
Se vierem cá, vale a pena ~ os treinos começam todos os dias às quatro da tarde ^^
Medo?
É sabido que há japoneses que não gostam, não se sentem à vontade ou não entendem os estrangeiros (gaijin); também é sabido que eu não tenho a aparência mais vista por estes lados do mundo; e, por fim, é sabido que o desconforto entre sexos é grande no Japão. No entanto, dai a ter uma reacção tão violenta vai uma distância grande ... ou será que não? Já não é a primeira vez que me acontecem peripécias parecidas mas é a primeira vez de uma tão forte ~ well, suponho que há doidos para tudo :)
Sunday, 4 April 2010
Pascoa?
Em dia de pascoa, em país não cristão, a coisa que mais interessa é o florir da natureza e, em particular, das sakuras ~ Hoje fui a Kyoto e deliciei a vista com flores, festa, meninas em kimono, mais flores, japoneses bêbados e algumas coisas estranhas. Amanhã é a vez de Osaka ~ huhuu!
Monday, 15 March 2010
Sasaki Kojirō
Alas, a beleza nãot em preço deshou ;)
Sunday, 14 March 2010
Omizutori (お水取り)
最後のお水取りの日。すごく待った後ですごくきれい見栄。
* * *
~ esperar, 待, esperar, 待, esperar ~
Língua de veado
Clubes do/no Japão
A foto mostra o clube de basebol da escola primária ou segundária de Tenri. Cada elemento está equipado e, agora que as aulas estão acabadas, passará as próximas horas a esforçar-se pelo simples facto de gostar de basebol e, talvez, querer conhecer mais pessoas que também o façam. Jogar só pelo prazer de jogar? Nah ... isso é para as crianças!
Takehiko Inoue's The LAST Manga Exhibition
Como se sabe Takehiko Inoue é o autor da manga Vagabond e um dos melhores ilustradores de sempre. Como dito num post anterior, hoje voltei para ver a exposição dele. Levantar às 6:30, apanhar o comboio às 7:00, chegar a Nanba às 8:00, chegar ao museu às 8:30, ficar na fila uma hora à espera que o museu abrisse e comprar o bilhete por volta das 9:30, entrar na exposição às 10:15 e sair dela 11:00 foi a minha manhã.

Como esperado, mesmo uma hora antes do museu abrir a fila já era considerável e na altura de abrirem as portas mais de trezentas pessoas esperavam ansiosamente a exposição. Talvez fosse por ser o último dia, talvez por as entradas serem limitadas, talvez por o Onoue ser o maior, mas havia um zumzum e uma excitação quase palpável pelo ar. Depois de, na fila dos bilhetes haver um frenesim para se tirar fotos desta imagem, que ocupa a entrada do museu, a fila da entrada na exposição em si tinha um surpreendente vídeo do homem em acção e a naturalidade com que ele fazia nascer o desenho era assustadora. A fila, eventualmente acabava num elevador, onde entravam no máximo seis pessoas em cada, mais ou menos, cem minutos: heis a razão uma maneira muito interessante de restringir o público e de tornar o ambiente da exposição em si menos sufocante.
Obviamente, ao bom estilo Japonês, por perturbar os outros visitantes e o andar da exposição, fotos não eram permitidas, mas o que se via muito dificilmente era capturado por fotos. Toda a exposição assentava sobre uma historia, contada por desenhos ou páginas de manga, usando o espaço do museu e contrastes de pretos e brancos na sua arquitectura, que reflectia os últimos dias do herói Miyamoto Musashi, protagonista da já referida manga Vagabond. E era perfeita. Toda a complexidade do homem, todas as suas relações, todos os espinhos, as vidas e os desafios da sua vida se encontravam detalhados, mistificados e resolvidos (?:) num contar surreal, introspectivo e muito, muito bonito. Os desenhos, a lápis e tinta da china, são dos melhores que vi até hoje. Tudo fazia sentido, não havia um traço a mais ou a menos, tudo fluía como o vento que leva os pensamentos e desperta o que de melhor se encontra por dentro. Tudo perfeito.
Alas, tudo o que é bom acaba e em menos do que nada estava fora. Mais uma vez a loja atrai-me e gasto mais umas fortunas em ... coisas. Ao sair, sou entrevistado sobre o que achei e coloco em palavras o que me remexia o cérebro. Finalmente, altura de ir embora ~ o dia ainda só estava a começar...
Alas, tudo o que é bom acaba e em menos do que nada estava fora. Mais uma vez a loja atrai-me e gasto mais umas fortunas em ... coisas. Ao sair, sou entrevistado sobre o que achei e coloco em palavras o que me remexia o cérebro. Finalmente, altura de ir embora ~ o dia ainda só estava a começar...
Baia de Osaka
Saturday, 13 March 2010
Umeda: enday
Depois disso ainda sai em Nanba para revisitar algumas localizações e estudar o terreno para futuras visitas. A noite começava a adocicar o ar e as luzes a espalhar o seu contraste, ainda não obliterando as silhuetas negras das arvores ~
Inoue Takehiko
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