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Sunday, 18 April 2010

I'm alive report

Se é verdade que as sakuras acabaram, não é verdade que a primavera se desfez no tempo. As flores que florescem mais tarde estão, de momento, vaidosas, a mostrar-se ao Japão. Por outro lado, as gentes, estudantes que à alguns longos e curtos meses estão longe de casa, chegam a um ponto critico: é o inicio do semestre e muita coisa parece aparecer e desvanecer-se na rede de emoções e relações e ligações. Inicio do semestre também quer dizer aulas e essas estão mais difíceis: há mais de quarenta kanji para saber por semana, há textos para ler e fazer, há vocabulário para decorar e há gramática para descodificar por entre o japonês rapidíssimo dos professores. O tempo está imprescindível com o sol a dar lugar à chuva e a chuva a dar lugar a nuvens por onde o sol espreita.
As fotos são de ontem, fui a Osaka ver as ditas sakuras mais raras e tardias. O vendedor da segunda estava a verder, entre outras cosias, língua de boi que estava surpreendentemente boa :)

Monday, 5 April 2010

Kendo

O Kendo é uma arte marcial e os seus praticantes usam uma espadas de madeira chamada shinai, com que têm de bater no adversário. Como todas as artes marciais é verdadeiramente tramada de apreender com todo o detalhe, mesmo usando a vida toda para isso. Alas, hoje, depois de ter andado e visitado e fotografado o castelo de Osaka e as suas imensas sakuras ouvi pessoal a gritar, com uma selvajaria nunca antes por mim vista no Japão, e o que pareciam ser pedaços de maneira a bater uns contra os outros, como se os relâmpagos viessem de árvores e não das nuvens. Era um espaço de treino para antes marciais onde o pessoal estava a "treinar". Entre aspas porque aqui não parecia nada treinar: parecia que estavam a faiscas de se matarem uns aos outros. As pessoas caiam, davam os as espadas nas cabeças e mãos uns dos outros, gritavam e lançavam-se ao adversário como uma velocidade que os meus olhos cansados mas atentos mal acompanhavam.
O homem no centro da foto, por baixo da bandeira do Japão era o maior! Pela cara enrugada, devia ter uns cinquenta ou sessenta anos, e, pelo que observava, era o sensei dos mais avançados, visto que o pessoal que lutava contra ele devia ter uns trinta ou quarenta anos. Eu não percebia nada e duvido que isso tenha a haver com o facto de não saber as regras. Umas das coisas engraçadas era que, de vez em quando os alunos faziam, três vezes seguidas, uma investida que terminava com uma pancada fortíssima da espada na cabeça do homem - não me atrevo a chamar-lhe velhote - que não ripostava e que, no fim, mandava um grito daqueles que projecta uma aura que não se vê todos os dias.
Se vierem cá, vale a pena ~ os treinos começam todos os dias às quatro da tarde ^^

Medo?

Esta foto não é particularmente interessante. É tirada mais ou menos no meio da estrada mas, como se pode ver não havia carros nessa faixa. A localização é Osaka, Temmabashi, e o relógio aponta uma umas seis horas: hora de ponta portanto. Nesta altura andava eu à procura de mais um local para fazer hanami: ver e apreciar as sakuras em flor. O local permaneceu e permanece escondido mas, na altura da foto a esperança de o encontrar ainda existia. No momento que a câmara roubou ao tempo havia uma mulher nos seus trinta anos à minha direita: estava na paragem de autocarro e, talvez, tenha estranhado o meu comportamento. O que é certo é que, na minha inocência lhe quis perguntar, no meu mais polido e certo japonês, onde era a localização do tal local pelo que, de modo natural, me virei para ela e avancei um passo na sua direcção. Nunca mais vou esquecer (maybe) a sua reacção: depois de um salto brusco para trás e um abrir de olhos que revelavam surpresa, medo e desconforto; a mulher vira costas e, no jeito balanceado e lento de corrida japonesa, corre o mais rápido que os saltos lhe permitem para longe da minha pessoa.
É sabido que há japoneses que não gostam, não se sentem à vontade ou não entendem os estrangeiros (gaijin); também é sabido que eu não tenho a aparência mais vista por estes lados do mundo; e, por fim, é sabido que o desconforto entre sexos é grande no Japão. No entanto, dai a ter uma reacção tão violenta vai uma distância grande ... ou será que não? Já não é a primeira vez que me acontecem peripécias parecidas mas é a primeira vez de uma tão forte ~ well, suponho que há doidos para tudo :)

Sunday, 14 March 2010

Baia de Osaka

Uma zona recreativa que em tudo lembra o espaço da expo98. Tem um museu, que agora tem uma exposição totalmente fantástica, um famoso oceanário, bares restaurante e outras referencias que, por uma ou outra razão nos fazem pensar no mar que se ouve por detrás das paredes da civilização.

Saturday, 13 March 2010

Umeda: enday

Cansado, com um saco muito pesado às costas, vejo muita gente a sair do metro e assumo que é a minha paragem: má ideia! Sai em Umeda em vez de sair em Nanba ~ esta estava em plena hora de ponta, portanto resolvi andar por lá um bocadito. Esta é essencialmente a zona dos prédios grades e coisas importantes de Osaka. Ao virar da esquina estava o edifício da opera e praticamente todas as janelas em vista dão para escritórios que alguma coisa hão-de fazer.
Depois disso ainda sai em Nanba para revisitar algumas localizações e estudar o terreno para futuras visitas. A noite começava a adocicar o ar e as luzes a espalhar o seu contraste, ainda não obliterando as silhuetas negras das arvores ~

Namba

Três visões na zona de Namba. O local continua cheio de gente, com personagens estranhas, interacções sociais bizarras e penteados que em tudo se tentam afastar do típico japonês ~

Satanic Japan

Esta é das lojas mais awesome que já vi até hoje e assim o é essencialmente por não ser uma loja: é mais um espaço onde se podem vender determinados items. É, admitidamente, uma loja satânica e toda a sua imagética o indica: candelabros e correntes a pender do tecto, teias de aranha por cima dos moveis, bonecos com o toque certo de creepy e desconfortavel, mãos mortas com anéis antigos por cima da mesa, uma música muitíssimo desconfortável que em tudo fazia lembrar esgotos ou castelos ou os esgotos de castelos. Nesse espaço também se vendiam coisas - e aqui se vê como o Japão vê algo tão ocidental como o satanismo - estão a ver aquelas cruzes, pentagramas e símbolos diversos estranhas com motivos que vão desde os olhos de gato egípcios até às cruzes duplas invertidas? Estavam aqui à venda como se fossem antiguidades de culto, únicas e místicas, com poderes que só os mais negros feiticeiros e bruxas conseguiriam extrair, causando a destruição do mundo. Obviamente que tais objectos tem de ser caros e eram mesmo ~ algumas das cosias que eu podia jurar que se compram pelo preço, já assim absurdo, de dez euros num qualquer festival em Portugal, estavam aqui à venda por setenta, oitenta e mais ~
É engraçado ver como a cultura se move de um lado para o outro e como as coisas são modificadas para ficarem confortáveis nas mentes de quem as "sabe", mesmo que isso implique uma totalmente desapropriação do seu significado original. E agora, o que é mesmo interessante é pensar que, se nós, ocidentais encontramos pérolas destas no Japão, que pérolas não encontraram os Japoneses por cá? ;)

BL

Esta foto ilustra um dos fenómenos de maior crescimento no Japão. Toda a gente sabe que os Japoneses devoram manga e que muita dessa manga tem um teor sexual. Para os rapazes e homens e normal a coisa funcionar se houverem duas raparigas e é exactamente para isso que a industria de manga se tem virado nos últimos tempos ... para as meninas.
BL, abreviatura de boys love, é um estilo de manga que coloca dois personagens masculinos numa relação perfeita para as mentes femininas: muito amor, muita perfeição, muita beleza, muitas mãos dadas, muitos olhares à lá Richard Gear, muitos pores do sol, muitas conversas depois da coisa que, quando aquece, também aquece à maneira feminina. Este corredor, como se vê no canto superior esquerdo, é a secção de BL de uma loja de manga relativamente pequenas mas com alguma fama. Toda a infinidade de livros que se vêem têm, em algum ponto, explicito ou implícito, algum a sodomizar outro...
Outra coisa interessante a notar era a quantidade de meninas e mulheres que deambulavam por esta secção: magotes! A única parte da loja em que a presença feminina existia, parecendo-se eclipsar em todas as outras secções ~ talvez não seja estranho, mas é engraçado de constatar XD

Monday, 26 October 2009

Reparar a máquina ...

Hoje, mesmo de manhãzinha, fui para Osaka, com um longo dia pela frente, de modo a reparar a minha querida máquina fotográfica na loja de reparações da Sonny. Isto de estar no Japão tem as suas vantagens: não é precisos esperar o tempo da viagem :) De qualquer maneira ainda deu, à medida que a aventura de procurar pela dita loja se desenrolava, para ter algumas visões engraçadas. Entre elas, o mendigo com os seus milhões de gatos em caixas de cartão, as meninas cobertas de maquilhagem às compras, as estranhas lojas a elas dedicadas e, como sempre, a multitude de pessoas que fluíam por todo o lado.
Depois de algum tempo, encontrou-se a loja da Sonny e foi surpreendentemente eficiente. Dei a máquina, eles disseram que ela tinha de ficar lá, fizeram um orçamento provisório que, como verifiquei depois, foi muitíssimo acertado, e ficou feito. Menos de dez minutos. ~ awesome!


PS: a quarta foto deste poste dedicada à minha irmã ~ tu ias adorar essa loja XD

Sunday, 18 October 2009

Otakus?

Um otaku, no sentido mais lato da palavra, é uma pessoa que é obcecada com alguma coisa. A palavra é originada e é maioritariamente usada para apontar as pessoas que estão tão dentro do mundo 2D do anime, manga, jogos, etcetc, que desligam de todo e qualquer comportamento social fora disso.
Depois de jantar, em Oosaka, Nanba, onde ainda me encontrava nesta hora, ao sair do restaurante vi um grupo cuja aparência apontava quase sem sombra de dúvidas para essa palavra. MAis do que isso, jogavam às cartas e, depois de as ver, não pude deixar de pedir, aos meus interlocutores mais do que surpreendido e, talvez, ligeiramente assustados, para tirar uma foto.

Nanba na obscuridade

































Oosaka, Nanba. Não a zona de Nanba onde há movimento e montanhas de pessoas às compras. Não, esta é a zona estranha onde, de cem em cem metros, tem uma loja de venda (ou aluger, não sei) de filmes pornográficos, onde há lojas de lingerie "não convencional", lojas de armas com geishas a segurar metrelhadoras, onde há anúncios para comprar bonecas assustadoramente reais e onde as as lojas de electrónica continuam a dominar os céus. Local assustador: pelas pessoas que o navegavam, pelas lojas que se me apresentavam e, talvez, pelo absoluto silêncio que lá gritava.

Giant Panda Happy Train


No meio de Oosaka, numa zona que parecia tudo menos happy ~ O.o

Tsutenkaku


















Os japoneses gostam da modernidade e abraçam, como poucos povos, o que ela tem para oferecer. Uma das coisas que reflecte isso é o extensos uso de robôs domésticos - hoje em dia o Japão tem umas 8 vezes mais robôs que a America. Outra das coisas são as torres: em prticamente todas as grandes cidades à uma torre moderna, isto é, construída depois da segunda guerra mundial que é um landmark da cidade e é visitado e reverenciado como tal. Hoje, aquando da visita a Oosaka, visitamos a tsutenkaku (torre que está a atingir o paraizo). Nada de particularmente wow, se tirarmos o sistema de previsão meteorológica a partir das suas cores que ela vai tendo e mudando, mas, como seria de esperar a vista é muitíssimo engraçada, dando o visão sobre a metrópole por baixo de nós. Outra coisa gira é o Billiken - "Deus das coisas como elas devem ser" - que, criado por um americano (lol), com olhos pequenininhos e uma cara de gozo, oferece os seus pés fundos para que os visitantes os possam massajar, o que, aparentemente, dá "sorte" ^^.

E, mais uma vez, maldita máquina que não se safa de noite e malditas reflexões que não ajudão o flash ;_;

Lojas interessantes

Pode ter parecido, pelos últimos posts mas Nipponbashi também o seu lado encantador. Uma das lojas que achei engraçadas foi o Oosaka Gundam's: o sítio para ver, apreciar, comprar, vender, e todas as outras coisas que se pode fazer com, mechas. A palavra pode ser estranha, mas em breve, aqueles que não fazem ideia do que falo, vão ter uma ideia, por agora digamos só que, noventa e cinco por cento das vezes, são robots grande pilotados por adolescentes. E na loja nem faltava a poderosa mão de um desses colossos a destruir uma das paredes centras. lol para os sinais a proibir as fotografias.

Outra, provavelmente o melhor e mais surpreendente espaço que por lá descobri, foi um museu, ou melhor, uma galaria de arte. E que arte poderia estar em nipponbashi se não arte relacionada com anime? Só me apercebi da coisa quando uma senhora simpática veio ter comigo a dizer para eu não tirar fotos, mas encontrava-me num espaço onde se vendiam, ao preço de ouro, quadros originais, pintados à mão com a temática de anime, onde tanto, hoje em dia, é feito a computador. Os quadros eram surpreendentes, fazendo-me , provavelmente pela técnica usada, imediatamente lembrar o Mucha, no Japão, todo contente a pintar quadros inspirados em anime. A luminosidade, as cores, os motivos e todo o que continha o quadro eram o mais alto nível (técnico :) de desenho que já tinha visto em anime "normal". Seguem dois dos meus preferidos, o segundo tinha o preço: seiscentos e nove mil yen, a módica quantia de quatro mil quinhentos e oitenta e sete euros O.o

À venda em Nipponbashi



Todos eles são de produtos, mangas ou animes respeitáveis, mas eu pergunto-me, depois de ter visto tamanha soberba nas lojas que os estavam a vender, se a linha de conceito está assim tão imaculada ~ provavelmente não!

Nos céus de Nipponbashi

Como em tantos outros lados, olhar para cima traz os seus benefícios. Uma mosca gigante de ferro é claramente um deles se nos encontrarmos por Nipponbashi. Na segunda imagem uma referencia ao que é uma das imagens artísticas mais famosas do Japao e, na terceira, como que a lembrar o pessoal, o que parece ser um anuncio a um maid-café ~ não me posso esquecer de ir a um XD

Nipponbashi

Nipponbashi, o local cuja palavra é construida com os kanji de nippon (Japão) e ponte (hashi) é o distrito de Oosaka a que se poderia chamar Akihabara, se a cidade fosse a capital do país. Aqui, entre prédios altos e anúncios que gigantes há uma quantidade enorme de lojas, depatos (lojas enormes com vários andares, muitas vezes temáticos) e recantos com tudo, e repito tudo, o que alguém com um interesse em tecnologia e as mais diversas subculturas baseadas em manga e anime, pode querer comprar ou desfrutar. Hoje, aproveitando a boleia de um grupo de japoneses que precisava ou queria ir a tal espaço, fui, juntamente com mais dois rapazes, a este paraíso que simultaneamente ... é estranho. A animação das ruas é vibrante, montanhas de pessoas, com uma clara predominância da estirpe masculina, caminham pelas ruas de loja em loja entrando nelas que nem suricatas a entrar e sair dos seus buracos. Não faltava o ocasional casal vestido à EGL, nem as ocasionais cosplayers, hoje, aparentemente, todas elas ao serviço de uma loja qualquer e, por essa razão, proibindo as fotos. Num pormenor interessante, pelo estereótipo que fortalece, não faltou o rapaz-que-se-via-a-léguas-que-não-tinha-qualquer-capacidade-social, como era facilmente visível pelas sua cara, expressão, pose e companhia - a sua mamã – nem o rapaz com um montão de sacos com caras e imagens de meninas anime, a olhar, libidinosamente para um, igualmente interessante, carro que continha os ditos desenhos pintados. Algo que, estranhamente ou não, não é assim tão anormal, naquele lado do mundo.



* * *

As lojas, esses buracos de roedores, em suma, dividem-se em dois tipos distintos: as lojas de tecnologia, onde se pode encontrar tudo com esta relacionada, desde consolas em segunda, terceira ou quarta mão, cabos, monitores e as mais diversas peças para os ditos computadores ou seus primos, e as lojas de jogos slash anime que, muitas vezes, para não dizer sempre, partilhavam o mesmo espaço como, penso eu, materiais explicitamente didácticos. Estas lojas não raramente eram caixinhas surpresas: se o espaço que se vê, contendo aquilo que de mais popular se pode vender de entre jogos, manga, anime e bugigangas, era apertado e cheio de pessoas, entrando nas suas entranhas mais profundas, subindo um elevador não tão escondido como devia ou um lanço de escadas cujas paredes estavam cravejadas de posters, tínhamos novos universos , muitas vezes de surpreendente tamanho, de material eximiamente dividido entre as mais diversas temáticas. Essas, vão desde jogos para consolas, sofware para PC e Mac, mangas para rapazes, mangas para raparigas, DVDs de series de animes, filmes de anime, figuras e modelos de todo o mais alguma coisa, os mais estranhos e improváveis artigos de merchadizing, todo o tipo de jogos, mangas e filmes etchy e hentai e pornografia. What??


* * *

Oh, yes. É mesmo isso. Quando disse que se podia encontrar tudo para os homens que vivem sozinhos com bonecas de anime não estava a brincar. O que choca mesmo é a naturalidade como passamos, sem aviso absolutamente nenhum e dentro do mesmo andar, da secção de animes admitidamente para raparigas (Clannad, EF, etc.) para a secção de filmes hentai ou, como se vê na figura, da secção do Windows para a secção dos jogos hentai que, aparentemente são completamente massivos em número (mais de dois andares quase exclusivamente dedicados a eles) e “váriados” em temática (vamos só dizer que, nesses colossos de vendas, comboio, tentáculos e saia não são palavras desrelacionadas). Tudo o que pensam que sabem sobre o mercado de pornografia, em particular pornografia em animação, muito provavelmente é o topo do iceberg até passarem por uma destas lojas. É engraçado ver que, os posters que forram as paredes das escadas que nos levam a tais antros são, se olharmos com atenção, avisos sub-reptícios, por exemplo um número demasiado elevando para ser coincidência de meninas anime cujas cuecas se vêem ou decotes propositados, de que nos estamos a aproximar de uma zona no-no para crianças, que, de resto, navegam, livremente pelo espaço. Várias coisas que me recordo de achar engraçadas e/ou chocantes foram: o sinal, mostrado na foto, minusculo, que diz "se tiver menos de dezoito anos não olhe"; o stand da Microsoft, como referido, a vender o novo Windows 7 estar juntamente com os jogos mais puxados; e o facto de ver uma mãe com dois filhos a passear, com todo o a vontade do mundo, por uma secção particularmente chata.



















Muitos dizem que o Japão é um país meio doente em que há muitos suicídios, onde se trabalha de mais, ode as mulheres não tem um lugar digno, onde os homens são frustrados, onde a rica tradicionalidade desaparece de dia para dia, onde a emergente repressão social é extraordinariamente violenta e onde as pessoas são inerentemente infelizes sem nada poderem fazer para mudar ou lutar contra isso ~ isso eu (ainda) não sei, mas sei que este à vontade na venda de sexo em praça publica é uma peça essencial para desvendar o puzzle deste país.