[12/12/2009-23:55]
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Tuesday, 23 February 2010
One Piece: Strong World
Noroi
[11/12/2009-16:00]
Tonari no Totoro
[10/01/2010-18:35]
Depois da visita, no ano passado, ao museu da Ghibli, finalmente vi o que é dos, se não o, anime mais famoso por aqui: Tonari no Totoro. Independentemente e se gostar ou não de anime, os Japoneses parecem ver o Totoro como algo à parte e, por isso, ele é adorado por praticamente toda a gente. Razão? Muito à maneira japonesa me disseram que ele é “ooki de kawaii” (grande e fofinho); e que mais é que é preciso para se gostar de um filme se não uma personagem assim?Muito se fala sobre a sua atracção para crianças e adultos portanto vou passar a parte técnica dos maravilhosos e tantas vezes mágicos desenhos, vou passar as personagens tão cheias de humanidade e vida e vou directamente para algo que, agora que aqui estou, me atingiu com muito mais força do que eu pensei ser possível. O filme é japonês! Totalmente japonês o mais japonês que podia ser. Só agora noto que ele tem muito mais coisas do Japão do que me seria possível entender antes. O tirar os sapatos antes de entrar em casa; a vénia dada pela rapariga à velhota que os ajuda; a estrada ladeada por campos de arroz até perder a vista; o estudo de kanjis na escola; um torii e uma árvores gigantesca com uma corda com papel cerimonial à sua volta onde, de acordo com a tradição japonesa, moram os deuses e onde a família vai prestar os seus agradecimentos; e, por fim, a total falta de violência, ódio, revolta e maldade que não estou a ver em praticamente nenhum outro tipo de filme no mundo. Afinal, qualquer filme em que apareça um gato que é um autocarro tem de ser bom não é?
Monday, 22 February 2010
Memoirs of a Geisha
[03/11/2009-09:14]
Há um mês, ou lá perto, atrás vi esta gema que, embora demasiado hypada, mostra muitissimo bem algumas das vidas, atitudes, maneiras e emoções vividas no Japão pré-guerra e, mais tarde, o contraste terrível e arrebatador do Japão pós-guerra. Felizmente, como hoje posso comprovar, muita coisa não se perdeu e outras foram infinitamente melhoradas. Mas vendo as imagens do que seria Kyoto, com Geishas a caminhar lentamente com os seus coloridos quimonos e sombrinhas, com as casas soltas das sombras de arranha-céus, com a ocidentalidade completamente banida da vista, som e coração, não se pode deixar de suspirar e ter pena que o tempo não pare, por um momento que seja.Friday, 16 October 2009
Akira
Ora, bem. O que é que se pode dizer sobre este filme que não seja uma repetição do que já foi imensas vezes dito? Não que é um clássico; não que foi uma tour de force técnica que ainda hoje é surpreendente; não que explora toda questão de juventude quase raivosa com a sociedade que os rodeia e mata devagarinho; não que é uma critica à reformulação e até à necessidade de renascimento dessa mesma sociedade, não que tem algumas das melhores cenas que, mais tarde, vêem a influenciar toda uma nova geração de novos animes, não que funde a música e a imagem de forma quase perfeita.Posso é tentar dizer a todos - os que já o fizeram à tempos idos e os que ainda não tiveram esse prazer – para o verem e, quiça, reverem, pois é das melhores coisas que podem por a passar no vosso televisor/computador. Eu filo, daqui a seis dias, e foi awesome! :D
Saturday, 10 October 2009
Summer Wars
Eu confesso que quando o filme começou, eu tive dúvidas se era mesmo o filme ou uma das apresentações publicitárias mirabolante dos cinemas japoneses. Com uma diferença enorme: a qualidade da imagem era gigantesca. Este filme, alem de ser uma bomba visual, ora não fosse, realizado por Mamoru Hosoda que fez esta preciosidade, é um statement sobre temas tão profundos como relações familiares, respeito pelos mais velhos, consequências das nossas e arrependimentos com uma perspectiva tão pouco usada que já me tinha esquecido dela. Além disso e dentro dessa temática, funde os conceitos de realidade virtual e ligação a outros por meios virtuais com a proximidade intimista de uma família grande. As cenas de pancadaria virtual são lindíssimas e a imaginação usada na criação de Oz é de louvar. Pelo meio há a mais ou menos lógica e previsível história de adolescentes e a menos óbvia e imprevisível história de génios da matemática ou das virtualidades em questão.Infelizmente para vocês, estando este diamante da animação a sair dos cinemas daqui por esta altura, só daqui a um ou dois anitos é que chega à internet. Quando chegar, recomendo toda a gente a vê-lo e eu a revê-lo: é que isto de ver filmes em japonês sem legendas é mais complicado do que parece.
Friday, 25 September 2009
Toki o kakeru shōjo
Depois da aula introdutória ao que será a melhor cadeira de sempre fiquei com muita vontade de ver um anime qualquer e, por recomendações passadas, foi este o escolhido. Muito muito muito bom, com uma animação, fluidez e montes de ideias fantásticas e, como seria de esperar, uma história que diz algo a toda a gente.O que é que fariam se pudessem viajar no tempo? O que é que fariam se começassem a sentir o preço carmico de tal privilégio? De que fugiriam se a vida a tal vos obrigasse e como lidariam com os arrependimentos extraídos do acto de viver?
Saturday, 19 September 2009
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